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	<title>Literatsi &#187; Entrevistas</title>
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	<description>Livros e Literatura</description>
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		<title>Álvaro Domingues</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 19:21:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Álvaro Domingues]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[Sombras e sonhos]]></category>

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		<description><![CDATA[O escritor fala sobre ficção científica e seu livro de estreia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Lançamento de &quot;Sombra e sonhos&quot; na Livraria Martins Fontes" src="http://www.literatsi.com/images/entrevistas/lancamento-alvaro.jpg" alt="" width="490" height="367" /></p>
<p>Nerd assumido, Álvaro Domingues nasceu em 1955 e se formou em Engenharia Eletrônica. Casado e pai de três filhos também nerds, o escritor foi redator da revista <em>Nova Eletrônica</em> e editor das revistas <em>Microhobby</em> e <em>MSX Micro</em> na década de 1980. Os contos de Álvaro foram publicados nas revistas <em>Somnium</em>, <em>Adorável Noite</em>, <em>Bits</em> e <em>Nossas Edições</em>. Além disso, colaborou nos sites <em><a href="http://www.blocosonline.com.br/">Blocos OnLine</a></em> e <a href="http://podespecular.com.br/"><em>PODespecular</em></a> e no <a href="http://minimicrocontos.blogspot.com/">Projeto de mini e microcontos da Fábrica de Sonhos</a>. Atualmente, ele mantêm dois blogues: <a href="http://sombrasesonhos.zip.net/"><em>Sombras e Sonhos</em></a> e <a href="http://blogdopainerd.blogspot.com/"><em>Blog do Pai Nerd</em></a>.</p>
<p><em>Sombras e sonhos</em> é o livro de estreia de Álvaro Domingues. Na obra estão reunidos 38 textos do autor – contos, microcontos e um poema – que exploram os anseios, temores, mitos e descrenças da humanidade. Na entrevista a seguir, feita por e-mail, o escritor fala sobre ficção científica e poesia, entre outros assuntos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>O que o motivou a ser escritor?</strong></p>
<p>A vontade de escrever surgiu quando ainda era adolescente, ao descobrir a literatura de gênero, em particular, o policial (Sherlock Holmes) e a ficção científica (Asimov e Clark). Escrever se tornou um canal propício para dar vazão à minha imaginação.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Como foi o seu primeiro contato com a ficção científica?</strong></p>
<p>Creio que deve ter começado com a TV, nos seriados <em>Além da imaginação</em>, <em>Viagem ao fundo do mar</em> e <em>Jornada nas estrelas</em>. Na literatura, Julio Verne e posteriormente Asimov.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Na sua opinião, qual a atual situação desse gênero no Brasil?</strong></p>
<p>Ele tem crescido, mas não na velocidade que merece. Talvez porque seja um gênero que demande mais cuidado nas pesquisas. Ou porque ele dependa de que haja ciência de forte apelo popular para que se possa falar dela através de uma obra literária, como ocorreu em períodos de muita profusão de eventos de natureza científica, como a corrida espacial ou o <em>boom</em> de descobertas do final do século XIX. No caso do Brasil, quando o Dr. Zerbini fez os primeiros transplantes, surgiu até novela na TV sobre o tema.  Para que haja ficção científica, tem que haver ciência.</p>
<p>O que temos hoje é uma velocidade estonteante de mudanças de caráter tecnológico (produzidas fora do país) em que os <em>gadgets</em> em si são objetos de entretenimento, não uma ficção que se cria em torno deles tentando especular sobre seu futuro.</p>
<p>Uma vertente que pode vir a dar frutos é o <em>vaporpunk</em> (ou <em>steampunk</em>)<sup>*</sup>, já que tivemos um Imperador no Segundo Reinado que era entusiasta do desenvolvimento científico.</p>
<p>Ou ainda, nos voltarmos paras as ciências humanas, como psicologia, história e sociologia, criando história alternativa ou uma viagem através dos sonhos, como em <em>A origem</em> ou <em>Paprika</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Qual a sua opinião sobre os livros digitais?</strong></p>
<p>São mais uma mídia. Não creio que, por enquanto, substituam os livros de papel.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><em><sup>*</sup> Vertente da ficção científica, nascida na década de 1980, quando os escritores Kevin Wayne Jeter, Tim Powers e James Blaylock escreveram romances que se passavam na Era Vitoriana alternativa (século XIX), com cientistas loucos e incríveis máquinas movidas a vapor.</em></p>
<p>
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		<title>Enio Roberto</title>
		<link>http://www.literatsi.com/entrevista/enio-roberto/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 19:34:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Enio Roberto]]></category>
		<category><![CDATA[Mar quente]]></category>
		<category><![CDATA[oficina literária]]></category>

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		<description><![CDATA[Em entrevista feita por e-mail, o escritor fala sobre o seu livro de estreia, influências e oficinas literárias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Mar quente" src="http://www.literatsi.com/images/resenhas/livros/marquente.jpg" alt="" width="200" height="297" />Nascido em Porto Alegre, no dia 13 de novembro de 1955, o escritor Enio Roberto é formado em Direito, mas frequentou algumas aulas do curso de Letras. Trabalhou vários anos como advogado. Casado e pai de quatro filhos capricornianos, o autor participou de algumas oficinas literárias, além dos seminários da crítica literária Lea Masina, que é a principal incentivadora de Enio.</p>
<p><a href="http://www.literatsi.com/resenha/livro/mar-quente-2/"><em>Mar quente</em></a> é o primeiro livro em seus dez anos de atividade. Segundo o escritor, a principal razão que o levou a publicar a obra foi “a busca de respaldo para a fundação de uma oficina, a modesta escolinha literária dirigida para alcoolistas e toxicômanos carentes que estou criando entre dois municípios do Rio Grande do Sul”.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>O que o motivou a escrever textos literários?</strong><br />
 O cumprimento de um acordo com o psiquiatra. A fim de que meu tratamento para o transtorno de humor funcionasse, eu tinha de optar por uma atividade que requeresse, diariamente, tempo e atenção.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Por que o seu primeiro livro se chama <em>Mar quente</em>?</strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><img title="Foto: Laura Longenecker" src="http://www.literatsi.com/images/entrevistas/nha-trang.jpg" alt="Praia da cidade vietnamita de Nha Trang" width="200" height="150" /><p class="wp-caption-text">Praia da cidade vietnamita de Nha Trang. A experiência vivida por Enio Roberto no local serviu de inspiração para o nome de seu livro de estreia.</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><em>Mar quente</em> é alusivo ao Mar da China Meridional. Há muitos anos, um helicóptero que me transportava até Da Nang precisou fazer pouso forçado. Devido a um casarão branco que retenho até hoje na memória, assim como a existência de salinas por perto, arrisco dizer que o lugar era Nha Trang (em português equivale a “casa branca”). Aterrissamos na praia. A água encrespada indicava mar frio, a febre alta que me acometia, devido a um ferimento, dava a sensação de baixa temperatura no mar. Minutos depois, deixei uma onda me pegar na altura dos joelhos. Para surpresa, achei a água quente. Muito quente.</p>
<p>No conto “Em algum lugar do meu passado”, levo o personagem a instalar-se numa enseada. Com ele, a dúvida entre continuar seu casamento ou dedicar-se ao novo amor que ali surgia. Ao longo da narrativa, dá para deduzir que certos fatos não passam de alucinações do nosso infeliz protagonista. Devido ao seu abalo emocional, que equiparo ao meu de décadas atrás, nominei a praia, e o hotel em que o personagem se hospedou, de Mar Quente. Daí, até a coisa virar título, foi um pulinho.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>
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